Primeiro veio o eSocial – Simples Doméstico, que unificou as informações relacionadas a empregados(as) domésticos(as) no país. Lançado em outubro de 2015, o eSocial – Simples Doméstico volta e meia apresentou alguma “instabilidade” ou problemas de funcionamento, prova disso é a notícia do portal eSocial do Governo Federal que abordava “instabilidade em algumas funcionalidades” desse sistema em janeiro de 2018.

Depois dos empregadores de trabalhadores domésticos precisarem adequar-se à uniformização e integração de dados, desde janeiro de 2018 o eSocial passou a ser um assunto para empresas de todos os portes, como comentamos no e-book “eSocial: entenda as mudanças trazidas pelo sistema e os impactos que ele terá na gestão empresarial”. Para empresas mais preparadas, que trabalham com sistemas ERP, como o eSocial poderá impactar nos negócios? E, mais que isso, como esses sistemas ERP poderão ajudar nessa fase de mudanças na prestação de contas das companhias do país?

Como os sistemas ERP podem ajudar as empresas a cumprir as obrigações do eSocial

Tanto no e-book disponível aqui no nosso site como em uma seção especial sobre o Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas (eSocial) criada pela nossa parceira Senior Sistemas, é possível conhecer as duas fases de implantação desse sistema no país.

Desde janeiro de 2018, empresas de grande porte (com faturamento superior a R$ 78 milhões) devem fazer os cadastros dos dados da companhia e das tabelas que fazem parte do sistema. A partir de março de 2018, essas empresas também precisam fornecer os dados dos seus trabalhadores e o tipo de vínculo que eles têm com a companhia (incluindo aí informações de admissões, afastamentos e demissões).

De acordo com uma notícia do site da Fenacon (Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas), nessa segunda fase serão incluídos dados de pouco mais de 14,4 mil empresas e de 15 milhões de trabalhadores. A partir de maio de 2018, as folhas de pagamento deverão ser feitas por meio do eSocial.

Para as grandes empresas, as últimas fases do processo de adaptação ao eSocial serão feitas em julho de 2018, quando essas organizações vão substituir a GFIP (Guia de Informações à Previdência Social) pelo eSocial e deverão fazer a compensação cruzada; e em janeiro de 2019, quando dados de segurança e saúde do trabalhador terão que ser informados pelo novo sistema criado pelo Governo Federal.

Essas mesmas fases terão que ser adotadas pelas demais empresas, incluindo as microempresas e os MEIs (microempreendedores individuais) a partir de julho de 2018 – terminando toda a migração e adoção do eSocial para essas empresas e CNPJs individuais até janeiro de 2019.

Nesse cenário com tantas mudanças e adaptações, como os sistemas ERP poderão ajudar? Como comentamos nesse outro texto aqui no blog, os sistemas ERP foram criados para dar apoio à gestão empresarial e isso não muda com o surgimento do eSocial. Muito pelo contrário.

Mas, para que os sistemas ERP possam realmente fazer a diferença nesse momento de adaptação das empresas para a prestação de contas sobre os trabalhadores de forma unificada, eles precisam ser atualizados, adaptados e “conversarem” com a versão mais recente do eSocial.

Conforme outra notícia do portal eSocial, o Comitê Gestor do eSocial publicou no dia 6 de março de 2018 a Resolução n. 13, que aprovou a versão 2.4.02 do layout do sistema e a versão 2.4 do Manual de Orientação do eSocial. Ou seja, até o final do prazo de adaptação das empresas, tudo indica que ainda veremos outras versões do eSocial.

Como o eSocial vai exigir que as empresas façam a integração dos setores jurídico, de RH, financeiro, comercial, contábil e fiscal, os sistemas ERP mais completos e atualizados vão permitir ganho de tempo e de recursos na medida em que eles automatizam grande parte da troca de informações e dados entre as distintas áreas da companhia.

Para dar conta dessas mudanças, o ideal é que a empresa que trabalha com um sistema ERP tenha do fornecedor a segurança de que todas as adaptações para atender à nova legislação serão feitas. Outra forma de garantir que um sistema ERP apoie a sua empresa nesse momento de adaptação ao eSocial é que você terceirize toda essa gestão de prestação de contas envolvendo os seus trabalhadores.

Isso é possível por meio de serviços como o BPO Full Service e o BPO Folha de Pagamento da Dressler. Essas soluções já apresentam o ERP Dressler, que utiliza a base do sistema criado pela Senior Sistemas, referência nacional em tecnologias para gestão empresarial, mas que foi aperfeiçoado com toda a expertise de mais de 20 anos de trabalho de profissionais qualificados da Dressler.

Assim, a sua empresa terá a garantia de que as melhores práticas de mercado na gestão de funcionários e da folha de pagamento estarão disponíveis para a sua empresa. Sempre atualizada com as mudanças na legislação nacional, a Dressler também desenvolveu melhorias no seu sistema ERP para que ele atenda a todas as exigências do eSocial.

Ficou interessado(a) nas nossas soluções e quer saber mais como o ERP Dressler pode ajudar a sua empresa a cumprir as obrigações do eSocial? Então entre em contato conosco.

 

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